CAPÍTULO 56 — 16 DE JULHO DE 2001
“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.”
Salmos 37:5
16 de julho de 2001 — 22h05
Era segunda-feira, 16 de julho de 2001.
Às 22h05, um novo registro foi feito na agenda. Depois do período de oração, jejuns, vigílias e subidas ao Monte da Resposta, aquele registro marcou uma nova etapa da busca de Ivanildo pela resposta para sua vida sentimental.
O conteúdo daquele registro trouxe expressões que passaram a ocupar um lugar importante na história:
“Minha amada”,
“a verdadeira rainha”
e “Minha Rosa”.
Naquele momento, o registro se aproximava da identificação da resposta que Ivanildo vinha buscando. A expressão “Minha Rosa” já aparecia como um nome simbólico dentro das anotações, mas a identificação dessa Rosa com Rosinete pertence a uma etapa posterior da cronologia.
O que o registro representava
Até aquele momento, a caminhada havia sido marcada por uma longa espera.
Ivanildo vinha registrando orações, propósitos, jejuns, madrugadas e a busca pela direção de Deus.
O dia 16 de julho acrescentou às anotações uma linguagem mais definida sobre a mulher que ele esperava encontrar.
O termo “verdadeira rainha” pertence ao registro daquele momento e expressa a forma como Ivanildo passou a descrever, em sua agenda, a mulher que entendia estar destinada à sua vida.
Da mesma maneira, “Minha amada” registra a dimensão sentimental daquela busca.
E “Minha Rosa” passa a ganhar espaço como o nome pelo qual essa mulher seria registrada em suas anotações.
“O coração do homem planeja o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.”
Provérbios 16:9
Uma etapa antes da identificação
É importante preservar a cronologia.
Em 16 de julho de 2001, o registro se aproximou da resposta, mas a associação definitiva entre “Minha Rosa” e Rosinete ainda pertence ao desenvolvimento posterior da história.
Por isso, este capítulo não antecipa o que será contado no Capítulo 57.
O que fica registrado aqui é o acontecimento de 16 de julho de 2001, às 22h05, e a mudança que aquelas palavras representaram dentro das Agendas de Guerra.
A busca que havia passado por dor, oração, jejum, vigílias e madrugadas começava a ganhar uma nova forma nos registros.
O nome simbólico estava presente.
A expectativa estava mais definida.
A história, porém, ainda precisava avançar para que a identidade daquela “Rosa” fosse compreendida.
O registro decisivo
O dia 16 de julho de 2001 permanece, portanto, como um registro decisivo dentro dessa sequência histórica.
Não porque naquele instante toda a história já estivesse revelada, mas porque as palavras escritas às 22h05 aproximaram a narrativa da identificação que viria depois.
A agenda registrou:
“Minha amada.”
“A verdadeira rainha.”
“Minha Rosa.”
A identificação de quem era essa Rosa seria esclarecida na etapa seguinte.
“Porque a visão é ainda para o tempo determinado; mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.”
Habacuque 2:3
O Capítulo 57 continuará exatamente desse ponto:
quando “Minha Rosa” se tornou Rosinete.
Amém.

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